2 de abr. de 2008

Fazer um produto incompleto.......

Muitos Diretores, Gerentes, Supervisores e outros, acostumam-se em afirmar que a falta de um item em um determinado produto não é problema para a sua fabricação.

Agora imagine um carro sair sem estepe. E o pior é que saem.

Quando se monta um produto, temos toda uma logística de fabricação as quais devem ser seguidas para que não venha a ter este produto um retrabalho.

No momento que nos envolvemos com um retrabalho é sinal que algo vai muito mal.

Cansamos de escutar que tal produto tem de sair de qualquer maneira, mas a custo do que?

Hoje, não temos margem de lucro necessária para erros ou arranjo da Diretoria. Ou fizemos o melhor ou não fizemos.

Não existe mais o meio termo,
Não existe o Diretor competente,
não existe o engenheiro inteligente,
não existe o Gerente duro e é só ele que sabe,
existe sim uma equipe de pensadores que fazem de uma empresa o que ela é.

Se os pensadores são os Diretores, Gerentes, ...., pouco importa o que importa é a união para a busca de problemas e soluções e que podem estar escondidas atrás de um simples funcionário ou em vários deles.

Porque não fazermos bem da primeira vez.

Muitas pessoas com quem conversamos sempre reclamam de algo mal feito.

Mas sempre existe uma razão para este tipo de reclamação.

Pode ser a pressão por ter de fazer algo e concluir em um determinado tempo ou no fazer por fazer.

Assim, continuamos a bater na mesma tecla da importância do intelectual o qual vai geral o Capital Intelectual do indivíduo seja ele operário ou seja ele um profissional liberal.

Quando pesamos o retrabalho (os tempos gastos para refazermos o que foi feito errado, os seus custos, etc...) com o custo inicial nos damos de conta que mais tivemos prejuízos do que lucro e assim o meu Capital a cada dia vai se desmoronando e é nisto que temos de pensar. Até que ponto a rapidez ou pressão falem a pena em relação aos meus custos finais?